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Investigação a polícias armados na proteção do rei Carlos III no Castelo de Windsor

Dois policiais em coletes refletivos a analisar um tablet perto de uma entrada de castelo com fita policial à frente.

Polícias armados destacados para assegurar a proteção do rei Carlos III no Castelo de Windsor estão a ser alvo de averiguações por suspeitas de incumprimento de serviço. Entre as denúncias, constam alegações de que alguns agentes terão adormecido e abandonado os seus postos de vigilância durante os turnos.

Investigação à proteção do rei Carlos III no Castelo de Windsor

A investigação decorre no Reino Unido e incide sobre a atuação de cerca de trinta elementos encarregues de funções de segurança na residência real. As suspeitas recaem sobre agentes armados ligados à proteção no local.

De acordo com o jornal britânico "The Sun", os visados integram a unidade de Proteção da Realeza e equipas da Polícia Metropolitana de Londres. As acusações apontam para situações em que alguns agentes terão adormecido em serviço e para casos em que outros terão assinalado a entrada, mas sem chegarem a ocupar os postos que lhes estavam atribuídos.

Medidas disciplinares e resposta oficial da Polícia Metropolitana

O Palácio de Buckingham foi informado da existência do processo, embora não tenha prestado declarações sobre o tema. Por sua vez, a Polícia Metropolitana confirmou a abertura de uma "investigação urgente" na sequência de denúncias relativas à conduta de vários agentes em serviço de proteção no Castelo de Windsor.

"No centro das acusações estão alegações de que agentes deixaram os seus postos e adormeceram durante o serviço", indica o comunicado da força policial, sublinhando ainda que esse comportamento "não corresponde aos elevados padrões esperados".

As autoridades analisam também a possibilidade de alguns agentes serem colocados em funções restritas enquanto o processo disciplinar estiver em curso.

Windsor sob pressão após novos incidentes

Incidentes recentes que levantam dúvidas sobre a segurança em Windsor

Este caso junta-se a outros episódios recentes que têm alimentado preocupações em torno da segurança da residência real. Em junho de 2025, um homem na casa dos 30 anos, sob o efeito de drogas, conseguiu escalar um muro do recinto, sendo depois detido por invasão.

No Natal de 2021, um intruso armado com uma besta entrou na propriedade e declarou querer "matar a Rainha", numa ameaça dirigida à falecida Isabel II.

Já em novembro de 2024, o roubo de uma carrinha e de uma moto-quatro terminou com os veículos a serem utilizados para derrubar um portão de segurança. Nesse momento, o príncipe William, príncipe de Gales, a princesa Catherine, princesa de Gales, e os três filhos encontravam-se nas proximidades.

Uma fonte citada pela imprensa britânica descreveu as acusações como "uma vergonha para a polícia", alertando para eventuais falhas graves no sistema de vigilância.

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